CECB traz a cultura nordestina como tema da 3ª Exposição de Arte

Propondo uma reflexão sobre fraternidade e respeito ao próximo, os estudantes produziram mais de 4 mil obras inspiradas na literatura de cordel.

Exposição “Cordel: A fraternidade expressa em verso e vivida na arte” apresenta cultura nordestina.É com a trilha sonora do rei do baião que a exposição “Cordel: A fraternidade expressa em verso e vivida na arte” convidou o público a conhecer mais de 4 mil obras, produzidas pelos estudantes do ensino fundamental do 1° ao 5° ano do Centro Educacional Católica de Brasília (CECB).

A exposição encerrou ontem (22), e trouxe por meio das artes visuais, plásticas e musicais, da produção de texto e do ensino religioso, a história, a cultura e a influência do cordel na atualidade. Inspirada na Campanha da Fraternidade, que este ano teve como tema “fraternidade e superação da violência”, a exposição teve como base os valores: respeito, amizade, solidariedade, amor, justiça.

Releitura das obras de Alfredo Volpi, fantoches, pinturas em telas e telhas de barro deram vida ao pátio central do ensino fundamental e anos iniciais do CECB. A programação contou, ainda, com apresentações musicais que misturam forró, baião e a história da literatura de cordel a outros ritmos musicais.

O professor de produção de texto, Lourivaldo Souza Júnior, elogiou a escolha do tema. “É importante reconhecer as raízes culturais dos brasileiros, embora, o cordel não tenha nascido no Brasil, a gente entende que ele perpassa nossa cultura, sobretudo, na cultura nordestina”.  

Junto com ela, outros alunos também mostraram criatividade em seus cordéis com assuntos que vão desde amor ao próximo até honestidade.

“Inesperado e criativo”. As palavras resumem a impressão da prof. de artes do ensino fundamental do CECB, Carmen Santos, sobre o resultado dos trabalhos: “Nós não imaginávamos que os alunos construíram materiais com essa riqueza de detalhes, e alcançar esse resultado dá sentido ao nosso trabalho. Todos nós estamos encantados”.

A exposição teve a curadoria de Carmen Santos, Laís Trigueiro, Maria Inês Feitosa, Rosilene Paraguassu, Wander Santos e Wansley Gomes.